Tony Evans
A melhor maneira de entender a igreja é uma embaixada Americana. Os Estados Unidos tem embaixadas por todo o mundo e estão em território estrangeiro, mas são regidas pelas leis de seu próprio país. Todas as embaixadas são território soberano e não pertencem ao país onde estão: pertencem ao país de onde vieram.
A Igreja é a embaixada de Deus na história, refletindo os valores da eternidade em local terreno. A tarefa da Igreja não é meramente fornecer inspiração semana. É manifestar como Deus iria lidar com uma situação se Deus, Ele próprio, estivesse pessoalmente aqui lidando com isso, visto que somos Seu corpo. Logo, a questão não é "Eu gostei da pregação e gostei das músicas?". Isso não é suficiente.
A questão é, "Como Deus está lidando com as feridas das pessoas? Como Ele está sendo uma mãe e um pai aos órfãos?" Ele está criando pais adotivos através do Seu povo. "Como Ele está lidando com o problema do pobre, como Ele lidando com o colapso da sociedade?" Ele está dando pais para aqueles que não os tem, como se fossem seus mentores.
Em outras palavras, o papel da Igreja é ser a expressão visível e física da atividade, do agir de Deus. Se tudo o que você pode ou quer ter é uma pregação e uma música, você pode ter isso pelo rádio ou pela televisão. O que você não pode ter é vida tocando vida e isso é o que o povo de Deus deveria e deve dar.
Extraído de I am Second (vídeo)
sábado, 20 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Se você pudesse sair de férias no próximo mês com um orçamento ilimitado, aonde você iria?
Quatro lugares, uma semana em cada, nessa ordem: Joinville/SC, Manaus/AM, EUA, Europa. Bem clichê, mas é o que me ocorre. ehehehehe.
terça-feira, 19 de julho de 2011
É. Estamos loucos...
Hoje eu ouvi a seguinte frase:
Pensando direito, vivemos de tolices. Explico:
Desejamos um mundo solidário e cooperativo, mas fazemos o trabalho inverso em nossas próprias vidas, tornando-as universos paralelos, acessíveis apenas aos dignos de aceitação. E o pior: os de personalidade fraca embarcam nessa onda de privacidade e, fracos como são, dificilmente são aceitos, tornam-se pessoas ainda mais tristes e amarguradas, criam seus universos paralelos dramáticos e doentes.
Até crianças de colo estão sendo incentivadas a possuir uma privacidade que nem elas mesmas podem gerenciar.
A privacidade como vemos hoje é um absurdo. Aliás, quase todos os nossos conceitos sociais estão extremados.
E no final, é tudo tolice. Na hora da catástrofe, precisamos de ajuda, não importa de quem.
Ou quando a casa é destruída pela enchente, "alguém me dê um teto" - não precisa ser conhecido.
Na verdade, nem ajuda sabemos receber. Constrange. Humilha.
Como assim? Humilhado por ter sido ajudado a sair do buraco? Sim. Isso é problema particular.
Então faltou a "solução particular". A "solução comunitária" rebaixa, né?! Só somos bons se somos sós. #not
É. Estamos loucos, cada um no seu "mundinho". E achando que os loucos são os outros.
As pessoas tratam a privacidade como se fosse a última descoberta do século.O assunto era sobre o individualismo e como a sociedade está doente também por causa disso.
Pensando direito, vivemos de tolices. Explico:
- Queremos solidariedade, mas ninguém mexa no que é meu.
- Reclamamos do trânsito, mas não damos carona. E nem temos coragem de pedir: o que vão pensar de mim?
- Lamentamos a fome no mundo mas, por favor, "alguém" ajude essas pessoas.
- Cada um na sua e a amizade continua. (?!)
- Somos fechados, ausentes e cheios de segredos em casa; e queremos que nossos filhos e familiares sejam abertos conosco. (?!)
Desejamos um mundo solidário e cooperativo, mas fazemos o trabalho inverso em nossas próprias vidas, tornando-as universos paralelos, acessíveis apenas aos dignos de aceitação. E o pior: os de personalidade fraca embarcam nessa onda de privacidade e, fracos como são, dificilmente são aceitos, tornam-se pessoas ainda mais tristes e amarguradas, criam seus universos paralelos dramáticos e doentes.
Até crianças de colo estão sendo incentivadas a possuir uma privacidade que nem elas mesmas podem gerenciar.
A privacidade como vemos hoje é um absurdo. Aliás, quase todos os nossos conceitos sociais estão extremados.
- Ou a clausura, ou a exposição excessiva.
- Se não sou rico, sou um miserável.
- Se tive que abrir a porta da minha casa por 1 ou 2 horas a outra pessoa, acabou-se o meu dia, acabou-se a minha privacidade.
- Se você não concorda comigo hoje, nem vou perder meu tempo dialogando com você amanhã - você não vai mudar.
- Perguntar "Como vai?" e esperar a resposta, ofende. Não é da sua conta.
E no final, é tudo tolice. Na hora da catástrofe, precisamos de ajuda, não importa de quem.
Ou quando a casa é destruída pela enchente, "alguém me dê um teto" - não precisa ser conhecido.
Na verdade, nem ajuda sabemos receber. Constrange. Humilha.
Como assim? Humilhado por ter sido ajudado a sair do buraco? Sim. Isso é problema particular.
Então faltou a "solução particular". A "solução comunitária" rebaixa, né?! Só somos bons se somos sós. #not
É. Estamos loucos, cada um no seu "mundinho". E achando que os loucos são os outros.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Sem cabrestos...
Eu realmente não quero que isso soe como uma resposta ao texto do Ricardo Gondim. Não tenho intenção nem bagagem, nem direitos sobre seus pensamentos. É apenas uma reflexão sobre o que li no Pavablog. Só estou escrevendo aqui por não haver limites de caracteres e para deixar à vontade aqueles que quiserem ou não quiserem ler.
---
Como é possível concordar e discordar de uma pessoa ao mesmo tempo? É o que me ocorre nesse texto.
Mas acho que no final, ele tá certo quando não devemos nos 'encabrestar', inclusive com suas próprias palavras, com seu 'gondinejar' (sei que não foi o próprio quem cunhou o termo).
Eu prefiro não ter a obrigação de concordar com tudo o que os 'doutores da Palavra' transmitem, sem um exame e reflexão prévios - como Gondim propõe - ainda que eu acabe redondamente enganado.
Também prefiro não me humanizar demais, contrariando sua proposta de 'contribuir com nossa humanização', e explico meu motivo:
Humanos todos somos, e temos que ter consciência extrema disso. Falhamos, voltamos naquilo que dizemos e defendemos, nos iramos, queremos o que não é nosso e outras coisas mais. Mas acima de tudo, pensamos! Qualquer alteração forçada em nossa humanidade nos leva a aberrações e no final, à loucura, como muitos crentes encabrestados ficam depois de algumas decepções eclesiásticas.
Tudo de bom e de ruim que temos em nossa sociedade hoje é fruto desta natureza humana, estejamos conscientes disso ou não. Há coisas maravilhosas, como o livre pensar, mas há coisas grotescas, como a corrupção obrigatória, compulsiva e generalizada em nosso país (não somente os políticos são os culpados).
E sinceramente, estou cheio de nossa humanidade, mas estou preso a ela, e sei disso. O joio e o trigo em cada um de nós estão plantados juntos, e só serão removidos juntos, no dia final.
Nossa humanidade só nos leva aonde estamos hoje, neste estado psicótico de trabalho para ganhar dinheiro, tanto dinheiro, até não precisarmos mais trabalhar (?!) - sábios são os índios. Mas sei que sou igual a todo mundo, que não sou um super-humano, acima da cadeia alimentar. Ora, onde acerto, outros erram e onde erro, outros acertam.
Nossa humanidade tem nos levado a inúmeras batalhas sobre quem entendeu um milésimo mais do que o outro sobre um Deus acima de todo o entendimento humano. Faz sentido isso? Não, mas é assim que somos.
Tentamos ir dia após dia além do que aquilo que Ele mesmo revelou e revela sobre Si, como se o que já está revelado não fosse suficiente. Inventamos teologias, meios e métodos antes que Ele nos revele Seu propósito, e quando é revelado, tentamos moldar àquilo que sentenciamos anteriormente, só para não perdermos afirmação, para não precisarmos retroceder em nossas palavras e ações.
Somos assim, todos. Não nego isso. Mas também não me conformo!
Assumo minha humanidade para compreender o próximo, sem exigir dele mais do que é possível ser.
Assumo minha humanidade para conseguir andar de mãos dadas com quem quiser andar comigo, mesmo com diferenças sutis e gritantes.
Não me conformo com minha humanidade porque sei que meu destino não é ser mais humano, e sim ser mais separado desse sistema horroroso que nossa humanidade alimenta.
Não me conformo com minha humanidade porque ela não me leva além do que onde já estou, e onde estou é longe do lugar onde quero estar.
E antes que alguém diga que me contradigo, sei que não poderei alterar um milímetro de minha humanidade. Mas posso entregá-la ao domínio de Deus, para que Ele próprio a molde, ou pelo menos me ensine como ser um humano diferente. Se é para sermos parecidos com Jesus, que sejamos, mas nossa humanidade inata não nos levará a isso sem a intervenção ou o conselho divino, pois nosso coração cogita exatamente o contrário e, tenta, a todo custo, nos 'encabrestar'. Não quero passar a vida errando, com a desculpa, ou melhor, com o cabresto do 'sou humano, também erro'. Quero acertar mais. Quero pensar e agir fora da caixa, inclusive desse caixão caiado chamado humanidade. Não sei se conseguirei sempre, pois a carne milita contra o espírito também sempre, mas quero, e esse sou eu.
Concordo com Gondim quando temos que pensar sem cabrestos, quando precisamos nós mesmos examinar o que é dito em comparação com o que Deus deseja. O que ele escrever sobre isso - e sei que é exímio escritor - repito, transmito, retuíto, compartilho.
E se alguém percebeu, o motivo do meu texto, é apenas uma das últimas frases do texto referido: "Meu único desejo é contribuir com nossa humanização."
É somente sobre isso que discordo e ainda assim, somente se eu não tiver compreendido muito mal sua afirmação, o que não torna meu texto uma resposta, mas apenas uma reflexão.
E que Deus ajude a todos nós!
Soli Deo Gloria
---
Como é possível concordar e discordar de uma pessoa ao mesmo tempo? É o que me ocorre nesse texto.
Mas acho que no final, ele tá certo quando não devemos nos 'encabrestar', inclusive com suas próprias palavras, com seu 'gondinejar' (sei que não foi o próprio quem cunhou o termo).
Eu prefiro não ter a obrigação de concordar com tudo o que os 'doutores da Palavra' transmitem, sem um exame e reflexão prévios - como Gondim propõe - ainda que eu acabe redondamente enganado.
Também prefiro não me humanizar demais, contrariando sua proposta de 'contribuir com nossa humanização', e explico meu motivo:
Humanos todos somos, e temos que ter consciência extrema disso. Falhamos, voltamos naquilo que dizemos e defendemos, nos iramos, queremos o que não é nosso e outras coisas mais. Mas acima de tudo, pensamos! Qualquer alteração forçada em nossa humanidade nos leva a aberrações e no final, à loucura, como muitos crentes encabrestados ficam depois de algumas decepções eclesiásticas.
Tudo de bom e de ruim que temos em nossa sociedade hoje é fruto desta natureza humana, estejamos conscientes disso ou não. Há coisas maravilhosas, como o livre pensar, mas há coisas grotescas, como a corrupção obrigatória, compulsiva e generalizada em nosso país (não somente os políticos são os culpados).
E sinceramente, estou cheio de nossa humanidade, mas estou preso a ela, e sei disso. O joio e o trigo em cada um de nós estão plantados juntos, e só serão removidos juntos, no dia final.
Nossa humanidade só nos leva aonde estamos hoje, neste estado psicótico de trabalho para ganhar dinheiro, tanto dinheiro, até não precisarmos mais trabalhar (?!) - sábios são os índios. Mas sei que sou igual a todo mundo, que não sou um super-humano, acima da cadeia alimentar. Ora, onde acerto, outros erram e onde erro, outros acertam.
Nossa humanidade tem nos levado a inúmeras batalhas sobre quem entendeu um milésimo mais do que o outro sobre um Deus acima de todo o entendimento humano. Faz sentido isso? Não, mas é assim que somos.
Tentamos ir dia após dia além do que aquilo que Ele mesmo revelou e revela sobre Si, como se o que já está revelado não fosse suficiente. Inventamos teologias, meios e métodos antes que Ele nos revele Seu propósito, e quando é revelado, tentamos moldar àquilo que sentenciamos anteriormente, só para não perdermos afirmação, para não precisarmos retroceder em nossas palavras e ações.
Somos assim, todos. Não nego isso. Mas também não me conformo!
Assumo minha humanidade para compreender o próximo, sem exigir dele mais do que é possível ser.
Assumo minha humanidade para conseguir andar de mãos dadas com quem quiser andar comigo, mesmo com diferenças sutis e gritantes.
Não me conformo com minha humanidade porque sei que meu destino não é ser mais humano, e sim ser mais separado desse sistema horroroso que nossa humanidade alimenta.
Não me conformo com minha humanidade porque ela não me leva além do que onde já estou, e onde estou é longe do lugar onde quero estar.
E antes que alguém diga que me contradigo, sei que não poderei alterar um milímetro de minha humanidade. Mas posso entregá-la ao domínio de Deus, para que Ele próprio a molde, ou pelo menos me ensine como ser um humano diferente. Se é para sermos parecidos com Jesus, que sejamos, mas nossa humanidade inata não nos levará a isso sem a intervenção ou o conselho divino, pois nosso coração cogita exatamente o contrário e, tenta, a todo custo, nos 'encabrestar'. Não quero passar a vida errando, com a desculpa, ou melhor, com o cabresto do 'sou humano, também erro'. Quero acertar mais. Quero pensar e agir fora da caixa, inclusive desse caixão caiado chamado humanidade. Não sei se conseguirei sempre, pois a carne milita contra o espírito também sempre, mas quero, e esse sou eu.
Concordo com Gondim quando temos que pensar sem cabrestos, quando precisamos nós mesmos examinar o que é dito em comparação com o que Deus deseja. O que ele escrever sobre isso - e sei que é exímio escritor - repito, transmito, retuíto, compartilho.
E se alguém percebeu, o motivo do meu texto, é apenas uma das últimas frases do texto referido: "Meu único desejo é contribuir com nossa humanização."
É somente sobre isso que discordo e ainda assim, somente se eu não tiver compreendido muito mal sua afirmação, o que não torna meu texto uma resposta, mas apenas uma reflexão.
E que Deus ajude a todos nós!
Soli Deo Gloria
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Eu Te Amo Pra Sempre
Eu Te Amo Pra Sempre - A Permanência do Amor de Deus.
Traduzido de Daily Devotion
por Dr. David Jerimiah
Nenhum Cristão verdadeiro deve temer ser separado do amor de Deus em Cristo Jesus. Este é o testemunho claro do próprio Deus através da Sua Palavra inspirada. Ao viver como vivemos, num mundo de amores imperfeitos e relacionamentos falhos, descansar num amor tão puro e tão permanente, que nunca cessará, torna-se algo desafiador.
Mas esta é a natureza do amor de Deus. Paulo esgotou sua criatividade tentando pensar em algo que pudesse ser colocado entre nós e o amor de Deus - e falhou (Romanos 8:38-39)!
"Não fiquem ansiosos por nada", Paulo escrevem em Filipenses 4:6 - incluindo a permanência do amor de Deus.
Traduzido de Daily Devotion
por Dr. David Jerimiah
quem nos separará do amor de Cristo? a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? [Carta aos Romanos, capítulo 8, verso 35]A "ansiedade da separação" é definida como o medo ou ansiedade sentida por uma pessoa diante da possibilidade de ser separada de uma relação ou ambiente benéfico. Se torna uma desordem quando tal ansiedade se eleva a um nível que diminua sua habilidade de proceder normalmente. O grande reformador, Martinho Lutero, pode ter sofrido desta ansiedade ao cogitar se separado de Deus, devido à sua própria pecaminosidade. Somente sua descoberta, a partir de Romanos 1:17, de que um relacionamento com Deus é sustentado pela fé, e não por obras, libertou Martinho Lutero de sua ansiedade.
Nenhum Cristão verdadeiro deve temer ser separado do amor de Deus em Cristo Jesus. Este é o testemunho claro do próprio Deus através da Sua Palavra inspirada. Ao viver como vivemos, num mundo de amores imperfeitos e relacionamentos falhos, descansar num amor tão puro e tão permanente, que nunca cessará, torna-se algo desafiador.
Mas esta é a natureza do amor de Deus. Paulo esgotou sua criatividade tentando pensar em algo que pudesse ser colocado entre nós e o amor de Deus - e falhou (Romanos 8:38-39)!
"Não fiquem ansiosos por nada", Paulo escrevem em Filipenses 4:6 - incluindo a permanência do amor de Deus.
A verdadeira medida do amor de Deus é que Ele ama sem medida. [Desconhecido]
sábado, 19 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)